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29/03/2016

Aula Inaugural Gratuita para Gestantes em Belo Horizonte!

Dia 05 de abril, Terça-feira, às 18h30
No Espaço Corre Cutia:  Rua Eduardo Porto, 280.
Inscrições:
ludmila.yarasukai@dancamaterna.com.br
(31) 9919-7036
(31) 2516-0883

28/03/2016

Aula Inaugural Gratuita em João Pessoa!


Com Mara Rúbia 
Informações e Inscrições:
mara.rubia@dancamaterna.com.br
(83) 99834-2691
(83) 3023-1771

Venha participar da Aula Inaugural Gratuita da Dança Materna para Mães e Bebês, com a professora Mara Rúbia!

Dia 02 de Abril, Sábado, às 9h30
No Studio Movere: Rua Juiz João Navarro Filho, 141 - Jardim Oceania. João Pessoa PB

07/03/2016

Dança Materna para Gestantes!

A Dança Materna para Gestantes está chegando a várias cidades!


Niterói: às segundas-feiras, às 20h.
Rio de Janeiro: às quartas-feiras, às 18h30.
Salvador: às quartas-feiras, às 19h30
Belo Horizonte: aula inaugural gratuita, dia 05 de abril, às 18h30.

Macaé: em breve, aulas regulares.
São José: em breve, aulas regulares.



Clique nas cidades e veja os endereços!

Em breve estréias em Macaé, Campo Grande, Resende e de volta a São Paulo!

Na foto, Fabiana Kasprczak, nossa professora no
 Rio de Janeiro, grávida do Mateus.

Foto: Ramon Hosken.

04/03/2016

Dançamos COM nossos bebês, e não APESAR deles

Os seres humanos são os únicos mamíferos que separam suas crias recém nascidas de suas mães. E seguem nessa insistência do afastamento o quanto antes, por toda a existência do filho.
Para dormir, berços, para passear carrinhos, para a mãe "voltar a ser quem ela era antes", creches. Desde muito cedo.

Claro está que nosso momento de mulher contemporânea exige muitos aparatos e recursos que nos permitam atender demandas inevitáveis, como muitas vezes é a do mercado de trabalho, combinado com a falta de leis e suporte social que apoiem a presença estendida da mãe (e pai) na vida do bebê.

Mas um tanto muito largo desse afastamento vem apenas da normose generalizada e falta de sensibilidade quando tratamos do binômio mãe e filho: a sociedade humana criou essa cultura de separação.

Laura Gutman, terapeuta Argentina que trabalha com famílias e crianças, defende que as crianças e os bebês são seres fusionais, ou seja, que, para serem, precisam entrar em fusão emocional com os outros. Este com o outro é um caminho relativamente longo de construção psíquica em direção ao "eu sou".

Essa necessidade de fusão não é diferente para as mulheres-mães, muito embora para os adultos, sob pressão e conivência, pareça ser mais possível estar afastado do filho pequeno do que o é para a criança.

Nesse contexto todo, temos vivido (ainda bem) um resgate sincero do desejo de estar perto. De estar junto, de dividir a cama, de carregar no colo. O popularmente conhecido "Attachment Parenting" ou criação com apego é apenas uma etiqueta para o processo de retomada dessa proximidade instintiva, que garantiu a sobrevivência da espécie humana ao longo do processo de evolução: não é preciso muito esforço para concluir que se nossos antepassados hominídeos colocassem os filhos para dormir "no pé da outra árvore" a espécie humana não teria sobrevivido.

Ainda que genericamente qualquer bebê esteja melhor no colo da mãe do que afastado dela, uma de nossas diretrizes para a vivência da Dança Materna é de que não se trata apenas de amarrar o bebê no colo e sair dançando.

Praticar o colo, a vivência estética da dança e a poesia do movimento em simbiose está para além de permitir que a mãe "volte a ser o que ela era antes". Está também para além de permitir que ela, ou qualquer adulto que cuida de um bebê, faça tarefas do cotidiano, muito embora todos nós tenhamos a dimensão do quanto o uso dos carregadores enquanto facilitadores de colo realmente tem efeitos positivos na vida prática.

Na Dança Materna somos constantemente desafiados a viver os corpos em movimento, troca e equilíbrio. Somos desafiados a estar com os filhos em momentos de expressão artística e criativa, com adequação da dupla. E formamos nossa equipe de profissionais para a reflexão desses desafios, de modo que mães e bebês participantes estejam sempre contemplados por uma experiência integral de cuidado e atenção. Para ambos.

Foto da aula em São Paulo por Debora Torrielli


Recentemente temos visto (e nossas professoras podem confirmar, tamanho volume de marcações que recebem nesses conteúdos) muitos vídeos de mulheres ao redor do mundo em atividades físicas variadas, com bebês amarrados no sling. Ficamos sempre muito satisfeitas em ver que caminhamos, enquanto coletivo, à uma reaproximação às nossas crias, e isso tem sem dúvida efeitos benéficos.

Mas precisamos pontuar que qualquer atividade que envolva dois corpos em movimento, pode e precisa ter o carinho e consideração por ambos, não apenas pelo corpo do adulto. Especialmente em se tratando de corpinhos de bebês, que muitas vezes aparecem chacoalhando em esquemas dançantes, coreografados e sem nenhuma atenção para sua presença física e emocional ali.

Aula da Dança Materna em Poços de Caldas, por Caroline Paim

Deixamos o convite para a reflexão, reforçando a premissa de que as atividades, propostas e iniciativas para adultos e bebês em conjunto precisam contemplar ambos, sob o risco de ser apenas mais uma embalagem plástica para a conduta que já conhecemos: distância e afastamento.

Vivemos, existimos, estamos e dançamos com os nossos bebês. E não apesar deles.

03/03/2016

Aula Inaugural Gratuita no Rio de Janeiro!

A Dança Materna para Gestantes chegou à cidade do Rio de Janeiro! 
Amor, saúde e cuidado para mamães desde a gestação!



Dia 09 de março, às 18h30
No Espaço A Nossa Casa: Rua Senador Dantas, 117, cobertura 1A
Inscrições: fabiana.k@dancamaterna.com.br
(21) 99426-3819